Governo de MT demite 16 servidores após processos administrativos

Medida atinge policiais penais, profissionais da educação e médicos, além de determinar a apuração de eventuais pagamentos indevidos de salários.

Por Redação • 03/11/2026 08:28 • 11 acessos
Governo de MT demite 16 servidores após processos administrativos

O governo de Mato Grosso determinou o desligamento de 16 servidores públicos estaduais após a conclusão de processos administrativos disciplinares que investigaram irregularidades funcionais. As medidas foram oficializadas em publicações no Diário Oficial do Estado e incluem apurações sobre pagamentos de salários a profissionais que teriam deixado de cumprir suas funções.

Os despachos assinados pelo Executivo estadual tiveram como base pareceres da Procuradoria-Geral do Estado. As penalidades foram aplicadas principalmente por abandono de cargo e inassiduidade habitual, embora parte dos documentos oficiais detalhe apenas os dispositivos legais utilizados sem expor as condutas específicas de cada funcionário.

Entre os casos estão os de dois médicos vinculados ao serviço público estadual. A médica Maria Cristina Coelho e o otorrinolaringologista Antônio Maria Claret Louzada de Lima foram demitidos, e o governo determinou investigações para verificar se houve recebimento de valores sem a devida prestação de serviços, com possibilidade de ressarcimento aos cofres públicos.

Na área da educação, cinco servidores da Secretaria de Estado de Educação foram desligados, incluindo o professor Marcelo Moraes, a técnica administrativa Solayne Polinati Silva e os servidores de apoio Adriana Rodrigues de Castro Fortes, Alonso Izidoro Marques e Luiz Sérgio Pereira de Matos.

O sistema penitenciário registrou a demissão de seis policiais penais, identificados como Luis Antonio D’Agosto, Atanazia Laura Pereira Barros Souza, Edson Joaquim Luiz da Silva, Josiel Alves da Silva Ferreira, Márcio Malan Soares Ferreira e Jorge Onorio da Silva Campos.

A relação de desligamentos é completada por um analista do sistema socioeducativo, um técnico da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e um fiscal metrológico do Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso. Os atos preveem a notificação formal dos envolvidos e de seus defensores, sem relação com condenações criminais.

Este conteúdo foi publicado originalmente por 24 Horas MT e foi adaptado para o padrão do Primavera do Leste Net.

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