Primavera do Leste avança em políticas públicas para a causa animal
Iniciativas com emendas impositivas e novos projetos de lei ampliam o apoio a protetoras independentes e famílias de baixa renda no município.
A causa animal tem conquistado espaço nas políticas públicas de Primavera do Leste por meio de um conjunto de ações, projetos e iniciativas voltadas a transformar a proteção e o bem-estar dos animais em uma responsabilidade permanente do município. O avanço reflete uma mudança na compreensão sobre o papel do poder público diante da nova realidade em que cães e gatos fazem parte da rotina e do núcleo familiar de milhares de moradores.
Uma das principais frentes parte do gabinete da vereadora e empresária Maria Garzella, que destinou recursos de emenda impositiva para a aquisição de 2.960 quilos de ração de alta qualidade. Os mantimentos estão sendo distribuídos para animais assistidos por protetoras independentes, seguindo critérios rigorosos de controle para garantir transparência e atendimento àqueles que efetivamente necessitam.
Para ampliar o alcance da ajuda, pessoas em situação de baixa renda também podem solicitar doações por meio da ONG Aumigos de Primavera do Leste, entidade encarregada de receber e encaminhar os pedidos. A mobilização municipal também contou com a colaboração do vereador Marcondes Martignago, que destinou 48 sacos de ração à mesma organização para fortalecer a rede de apoio aos protetores que atuam na linha de frente.
Além do envio de alimentos, a atuação da vereadora Maria Garzella inclui a formulação de uma legislação municipal mais abrangente. Projetos voltados ao combate aos maus-tratos, incentivo à castração, promoção da guarda responsável, estímulo à adoção e proteção de animais comunitários receberam o aval dos demais vereadores na Casa de Leis, consolidando um cinturão de proteção no município.
Segundo a parlamentar, o objetivo central não é transferir toda a responsabilidade para o poder público, mas articular uma rede integrada que envolva a administração municipal, o Legislativo, entidades protetoras, setor privado e a população. A iniciativa reforça que o combate ao abandono e a garantia de direitos aos animais dependem tanto de ações institucionais quanto da conscientização sobre a cidadania.














