Ações da PF marcam eleições em Mato Grosso
Operações abrangeram fiscalização de propaganda irregular, compra de votos e proteção em aldeias indígenas no estado.
A atuação da Polícia Federal no estado de Mato Grosso durante o primeiro turno das Eleições 2026, realizado em 4 de outubro, resultou em diversas intervenções para coibir infrações e garantir a normalidade do pleito. As equipes federais concentraram esforços na fiscalização de propaganda ilegal, suspeitas de corrupção eleitoral, tumultos em zonas de votação e na execução de ordens judiciais.
O mapeamento das ocorrências abrangeu diferentes municípios, incluindo Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Confresa, Cáceres, Barra do Garças, Pontal do Araguaia e Juína. Nesses locais, a corporação efetuou a apreensão de itens irregulares, conduziu suspeitos para esclarecimentos e formalizou termos circunstanciais.
Para otimizar o patrulhamento, estruturas temporárias foram instaladas em Confresa e Juína. A unidade de Confresa operou por um período de dez dias, promovendo rondas integradas com outros órgãos de segurança e executando mandados voltados a apurar suposta compra de votos.
A operação também alcançou regiões isoladas, com agentes federais garantindo a segurança de votações em onze aldeias indígenas no território mato-grossense. Desse total, seis localidades exigiram deslocamento exclusivamente por via aérea devido à dificuldade de acesso.
Entre os episódios documentados pelas autoridades constam panfletagem ilegal em Cuiabá e Cáceres, propagação de conteúdo de campanha por aplicativos de mensagens em Confresa, além de ocorrências de tumulto e diligências especiais em Rondonópolis e investigações de captação ilícita de sufrágio em Barra do Garças e Pontal do Araguaia, onde foram confiscados aparelhos telefônicos e milhares de panfletos políticos.















