Max Russi descarta líder do Podemos no governo em MT
Dirigente partidário aponta que a função na Assembleia Legislativa deve ficar com um nome do partido Republicanos.
O presidente estadual do Podemos, Max Russi, avaliou que o partido não deve assumir a liderança do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso durante a próxima gestão. A projeção foi externada mesmo com a legenda alcançando a maior representação na Casa de Leis para o próximo ciclo legislativo, totalizando seis cadeiras.
Apesar de afastar a probabilidade inicial, o dirigente partidário ressaltou que, caso o Palácio Paiaguás solicite apoio formal para a função de interlocução política, a agremiação contará com alternativas viáveis entre seus parlamentares. Foram mencionados os deputados reeleitos Beto Dois a Um e Fábio Tardin como quadros preparados para o encargo institucional.
Na avaliação da cúpula partidária, a tendência predominante aponta para a escolha de um quadro filiado aos Republicanos, partido do governador eleito Otaviano Pivetta. A estratégia visa manter a articulação direta entre o Poder Executivo e os parlamentares estaduais sob o comando de um aliado da mesma base principal.
Atualmente, a articulação governista no parlamento estadual é conduzida por Dilmar Dal Bosco, filiado ao União Brasil. O parlamentar exerceu a função ao longo de gestões anteriores, passando pelos mandatos de administrções passadas e pela condução atual que se encerra em dezembro.
A bancada expressiva do Podemos no estado foi consolidada com a recondução de Max Russi, Beto Dois a Um e Fábio Tardin, além da vitória de três novos deputados e o retorno de Ulysses Moraes ao cenário legislativo estadual.















