Mauro Mendes e Cidinho pedem mais votos para Flávio Bolsonaro em MT
Candidato à presidência promete investimentos federais em infraestrutura e apoio ao setor produtivo mato-grossense caso seja eleito.
A reta final da corrida presidencial ganhou forte movimentação política em Mato Grosso nesta quinta-feira. O senador eleito Mauro Mendes apareceu ao lado do candidato à presidência Flávio Bolsonaro em uma gravação para solicitar aos eleitores locais uma ampliação na margem de votos obtida no primeiro turno do último dia quatro de outubro, quando o pleiteante alcançou cerca de sessenta e cinco por cento da preferência estadual.
Durante a manifestação digital, Mendes argumentou que o território mato-grossense obteve avanços administrativos nos últimos quatro anos mesmo sem o respaldo da gestão encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na visão do parlamentar, a superação de obstáculos econômicos seria ainda maior com o apoio do governo central, a quem acusou de impor dificuldades ao desenvolvimento local.
Em resposta aos apelos dos aliados regionais, Flávio Bolsonaro assumiu o compromisso de estreitar os laços federativos com a unidade federativa e direcionar aportes financeiros para setores estratégicos. O candidato listou áreas como infraestrutura rodoviária, inovação tecnológica, qualificação profissional e fomento à produção agropecuária como prioridades absolutas de uma eventual futura gestão em Brasília.
O presidenciável também aproveitou a ocasião para criticar duramente a atual administração federal, alegando que o agronegócio enfrentou forte retaliação e prejuízos decorrentes de divergências político-partidárias com governos regionais. Segundo ele, o setor produtivo sofreu com taxações excessivas e entraves burocráticos ao longo do quadriênio, cenário que promete reverter caso vença a disputa pelo Palácio do Planalto.
Além de Mauro Mendes, o ex-senador Cidinho Santos participou das gravações de apoio e direcionou seu discurso especialmente ao empresariado e aos empreendedores locais. Na mensagem, Cidinho convocou a classe produtiva a se engajar na campanha e desacreditou medidas econômicas adotadas pelo governo federal na fase final da campanha, classificando-as como artifícios eleitoreiros sem sustentabilidade futura.















