Foragido por matar esposa em 2018 é preso pela DHPP em Sinop
Investigados apontam que o suspeito vivia em uma comunidade de chácaras e justificou o crime alegando ciúmes da vítima.
Agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa efetuaram a prisão de um homem que estava com ordem de prisão em aberto pelo assassinato de sua companheira, cometido no ano de 2018. A captura aconteceu após um trabalho de monitoramento em uma região de chácaras situada a aproximadamente vinte quilômetros do perímetro urbano local, em direção à localidade conhecida como Praia do Cortado.
A vítima do crime foi identificada como Maria Lopes dos Santos Souza, que tinha 43 anos na época do ocorrido. O homicídio aconteceu no município de Nova Ubiratã, quando a mulher foi atingida por um disparo de arma de fogo do tipo espingarda. Conforme os levantamentos policiais, ela havia rompido o relacionamento semanas antes e estava hospedada na residência de familiares devido a episódios anteriores de violência doméstica.
De acordo com os relatos colhidos na época dos fatos, o crime ocorreu no período noturno, quando parentes que estavam na cozinha ouviram o estampido do tiro e acionaram as autoridades de segurança. Ao chegarem ao endereço, as equipes policiais já encontraram a vítima sem vida, além de apreenderem a arma de fogo supostamente empregada na execução.
Durante a ação policial que resultou na captura, o suspeito foi abordado nas proximidades de um estabelecimento comercial na zona rural. Os investigadores detalharam que o homem chegou a comercializar o imóvel onde morava para despistar as buscas, mas retornou ao local posteriormente, o que facilitou a reabertura do cerco policial e o cumprimento da ordem judicial expedida pela comarca competente.
Em sua defesa preliminar durante a abordagem, o detido argumentou que teria agido motivado por suspeitas de infidelidade conjugal. Após a formalização da prisão na unidade policial da região, os trâmites legais foram encaminhados ao judiciário de Nova Ubiratã, onde o processo criminal seguirá os ritos necessários para o futuro julgamento do caso.














