Cobrança de laje em Sorriso vira caso de polícia após calote
Negociação de materiais de construção em Sorriso tem parcela final em atraso e gera registro policial.
Um empresário estabelecido em Sorriso recorreu às autoridades policiais para tentar resolver um impasse financeiro envolvendo a comercialização de suprimentos para construção civil. A transação comercial, realizada em setembro do ano passado, previa o fornecimento de materiais que somaram milhares de reais.
De acordo com o registro oficial, o pacote negociado compreendeu 90 metros quadrados de laje pré-moldada acompanhados por 205 unidades de isopor. O montante total combinado entre as partes ficou estabelecido em R$ 7.868, valor que deveria ser quitado de forma parcelada.
O fornecedor relatou que a primeira parte do pagamento, no valor de R$ 2.630, foi repassada normalmente como sinal. Posteriormente, uma segunda quantia de R$ 2.619 entrou na conta do estabelecimento, embora tenha acumulado cerca de 20 dias de atraso em relação ao prazo combinado.
O principal entrave ocorreu com a última fatia do acordo, também fixada em R$ 2.619, com data de vencimento programada para 17 de novembro do mesmo ano. Essa quantia final não foi repassada até o momento, motivando a busca por auxílio legal na delegacia local.
Diante das dificuldades enfrentadas para reaver o saldo restante e localizar o comprador responsável pelo débito, o caso agora segue sob acompanhamento para que as providências cabíveis sejam tomadas em âmbito estadual e municipal.












