Chapa ao Senado em Mato Grosso soma R$ 67,8 milhões em bens
Enquanto titulares informam montante mais modesto, os suplentes da aliança concentram a maior parte das riquezas registradas no estado.
A disputa pelas vagas no Senado Federal pelo estado de Mato Grosso contabiliza um patrimônio combinado de R$ 67,8 milhões entre titulares e suplentes. Os candidatos principais da chapa registraram juntos uma quantia de R$ 2,4 milhões, enquanto os nomes que compõem a suplência respondem pela maior fatia dessa riqueza, totalizando R$ 65,4 milhões declarados à Justiça Eleitoral.
Entre os concorrentes às cadeiras principais, Carlos Fávaro (PSD) informou bens no valor de R$ 2,04 milhões, tendo a maior parte atrelada a uma ação judicial de repetição de indébito avaliada em R$ 1,72 milhão, além de participações em cooperativa agroindustrial e investimentos. Já Pedro Taques (PSB) declarou R$ 360 mil, montante integralmente composto por quotas de capital de seu escritório de advocacia.
O grande volume financeiro da composição partidária está concentrado nos postos de suplência. Carlos Ernesto Teti (PSB), que ocupa a primeira suplência de Taques, registrou R$ 46,1 milhões em propriedades rurais, participações empresariais, dinheiro em conta e investimentos, destacando-se como o mais rico do grupo. Logo em seguida aparece Alexandre Schenkel, primeiro suplente de Fávaro, com R$ 17,5 milhões concentrados majoritariamente no setor agroindustrial.
A relação de bens da chapa também inclui Carmen Machado (PV), segunda suplente, com R$ 1,77 milhão em bens puxados por um imóvel residencial em Cuiabá, e Guelda Andrade, que declarou não possuir patrimônio. A disparidade financeira entre os candidatos e seus substitutos chama a atenção no cenário político estadual para esta eleição.














