Soja e algodão movimentam a transição de safras em MT
Enquanto as primeiras sementes de soja entram no solo mato-grossense, unidades processadoras intensificam o tratamento da pluma.
A agricultura mato-grossense deu o pontapé inicial na troca de temporada agrícola com o início da semeadura da oleaginosa e o andamento das atividades nas unidades processadoras de fibra. As máquinas agrícolas já cobrem uma parcela inicial da área projetada para o grão no território estadual, superando levemente os índices registrados em igual etapa do ano anterior.
Entre as regiões produtoras, os maiores percentuais de cobertura até o momento aparecem na porção Oeste, seguida pelo Médio-Norte e pela região Norte. Esse ritmo inicial de lançamento das sementes ao solo é ditado pelo retorno gradual e ainda disperso das precipitações pluviométricas em solo mato-grossense, fator que mantém os agricultores atentos à umidade.
Paralelamente, a colheita da pluma foi praticamente finalizada nas propriedades rurais, permitindo que as estruturas de beneficiamento intensifiquem os trabalhos. Cerca de um terço até a metade da produção total já passou pelas usinas, convertendo a colheita em produto pronto para comercialização no mercado.
A orientação técnica para as áreas recém-colhidas prioriza a defesa sanitária rigorosa dos talhões. As equipes no campo concentram esforços na remoção dos fardos e na eliminação de restos vegetais, etapas indispensáveis para impedir a sobrevivência de vegetação que possa abrigar ameaças fitossanitárias.
Para blindar o próximo ciclo contra a proliferação de pragas específicas da cultura têxtil, os agricultores também eliminam brotações espontâneas e implementam armadilhas nas divisas dos terrenos. Essa estratégia preserva a sanidade agrícola e prepara o estado para uma nova safra protegida.















