Professor desaparecido é achado morto em Várzea Grande, MT

Vítima estava sumida desde o final de setembro e investigador aponta envolvimento de serralheiro detido no Lago do Manso.

Por Redação • 08/10/2026 18:05 • 4 acessos
Professor desaparecido é achado morto em Várzea Grande, MT

O corpo do professor Breno Antônio Humberto de Moraes, de 25 anos, foi descoberto nesta quinta-feira (8) em uma área de difícil acesso no bairro 13 de Setembro, situado no município de Várzea Grande, em Mato Grosso. Equipes da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) deslocaram-se até o endereço para efetuar a remoção do cadáver, enquanto a causa do óbito permanece sob análise pericial.

Devido ao avançado estágio de decomposição em que o corpo se encontrava, as tatuagens preservadas na pele foram fundamentais para o reconhecimento oficial da vítima. Registros visuais que circularam na internet indicavam que o educador estava sem vestimentas, cercado por lama e vegetação densa em um terreno de matagal da região.

O docente não era visto desde a noite do dia 26 de setembro, ocasião em que deixou sua moradia localizada na área da Capela do Piçarrão, também na cidade mato-grossense, sendo flagrado por câmeras de segurança ao embarcar na garupa de uma motocicleta por volta das 20h. O caso, inicialmente tratado como desaparecimento pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas, migrou para o Cartório de Homicídio Consumado da DHPP, sob condução do delegado Bruno Abreu.

Ainda durante a tarde da quinta-feira, agentes da Polícia Civil efetuaram a prisão do serralheiro Elias Samuel Delgado da Silva, de 26 anos, na localidade do Lago do Manso, sob a acusação de envolvimento no homicídio. Anteriormente, a defesa do investigado havia negado qualquer participação no episódio, sustentando que ele mantinha contato com o educador unicamente por causa da creche frequentada por seu filho.

O homem havia prestado depoimento e sido liberado inicialmente na sexta-feira (2), mas novas evidências coletadas pelos investigadores motivaram a emissão do mandado de prisão. As diligências prosseguem para esclarecer o grau de participação do detido e apurar a possível presença de outros coautores no crime que chocou o estado.

Este conteúdo foi publicado originalmente por Gazeta Digital e foi adaptado para o padrão do Primavera do Leste Net.

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