Fim da taxa de importação reativa consumo popular em Mato Grosso
Pesquisas indicam alta rejeição à antiga cobrança e retomada nas aquisições em plataformas internacionais pelo público de menor poder aquisitivo.
A recente anulação do Imposto de Importação sobre mercadorias estrangeiras avaliadas em até US$ 50 devolveu o fôlego ao consumo das famílias de menor renda em várias regiões, incluindo o estado de Mato Grosso. Pesquisas de opinião revelam que a antiga taxação enfrentava forte rejeição popular, atingindo índices expressivos de reprovação entre consumidores que dependem de alternativas mais acessíveis para o orçamento doméstico.
Levantamentos realizados por institutos especializados mostram que a reprovação à cobrança chegava a setenta por cento no cenário geral, subindo para setenta e um por cento entre os estratos sociais C, D e E. Especialistas em defesa do consumidor apontam que a tributação reduzia drasticamente a liberdade de escolha e encarecia produtos essenciais de baixo valor, gerando impactos diretos no comportamento de compra da população.
O tema ganha relevância jurídica e econômica com a tramitação da Medida Provisória 1.357/2026, que assegurou a suspensão temporária da alíquota. O texto legislativo exige deliberação no Congresso Nacional até o início de setembro para consolidar a mudança de forma definitiva, gerando expectativas entre compradores e entidades setoriais que defendem previsibilidade nas regras.
Apesar da retomada esperada nas plataformas estrangeiras com a zeragem do imposto, dados de mercado indicam que o comércio interno tende a manter sua estabilidade. Grande parte dos consumidores relata a intenção de preservar o volume de aquisições no varejo nacional, evidenciando uma convivência equilibrada entre os canais de venda e a valorização do orçamento familiar.














