Debate em MT tem ataques duros e acusações entre Pivetta e Wellington
Confronto direto esquentou a disputa eleitoral com questionamentos sobre o passado político dos candidatos e gestão pública.
O cenário político de Mato Grosso pegou fogo nesta terça-feira, primeiro de setembro, durante o quarto bloco de um debate transmitido pela televisão. O encontro entre os postulantes ao comando do estado foi dominado por debates ásperos, cobranças a respeito de reposição salarial de servidores, políticas de incentivos fiscais e a situação da saúde pública regional.
A etapa decisiva do confronto televisivo evidenciou o acirramento da disputa. Otaviano Pivetta, do partido Republicanos, entrou em rota de colisão direta com Wellington Fagundes, do PL, após questionamentos sobre obras estaduais e o passado administrativo de ambos. Rafael Millas, representando o partido Missão, também participou ativamente das críticas direcionadas a Fagundes, resgatando menções a delações premiadas e apelidos políticos antigos.
As réplicas e tréplicas elevaram o tom do encontro. Enquanto Pivetta rebateu os questionamentos desafiando o oponente e criticando sua trajetória de décadas na vida pública federal, Wellington defendeu sua atuação parlamentar em prol de todos os municípios do estado e classificou as investidas adversárias como infundadas.
Outros nomes que participaram da rodada aproveitaram o espaço para expor propostas e críticas setoriais. Doutora Natasha Slhessarenko focou nas demandas do funcionalismo público estadual, Sargento Laudicério defendeu a valorização da categoria, e Maurício Coelho propôs ajustes na concessão de benefícios fiscais para empresas na região.















