Abilio critica Ministério da Saúde por termo em cartilha em Cuiabá
Prefeito da capital mato-grossense classifica o vocabulário adotado pelo governo federal como uma tentativa de desconstruir a maternidade e a família.
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), manifestou forte oposição a uma cartilha lançada pelo Ministério da Saúde com foco na gestação e na maternidade. Durante pronunciamento, o chefe do executivo municipal criticou severamente a utilização da expressão pessoa que gesta dentro do documento oficial distribuído pelo governo federal.
Para o gestor público municipal, a adoção dessa terminologia alternativa configura um processo de desconstrução da figura materna. Na visão do político, a sociedade deveria rejeitar o vocabulário empregado na publicação, argumentando que a palavra mãe é a única definição correta para descrever quem gera uma nova vida.
O prefeito argumentou que não existem outros gêneros capazes de realizar o processo reprodutivo e classificou a nomenclatura institucional como uma desinformação cruel voltada contra as mulheres. Segundo o posicionamento público, a tentativa de modificar o conceito tradicional prejudica o reconhecimento adequado de quem passa pelo período gestacional.
Além das críticas direcionadas à linguagem adotada pelo órgão federal, o líder municipal levantou suspeitas sobre o conteúdo interno do material informativo. De acordo com a interpretação apresentada, a cartilha também conteria diretrizes que poderiam incentivar a prática do aborto no país.
Por fim, o administrador municipal destacou que publicações oficiais destinadas a orientar o período de gravidez e maternidade no estado de Mato Grosso deveriam exclusivamente apoiar e proteger a gestação, sem introduzir diretrizes consideradas controversas ou contrárias aos valores familiares defendidos por sua administração.










